dimecres, 10 d’abril del 2013

Sant Jordi també a Portugal

 Caros amigos,

Vimos por este meio informar que na próxima semana em Lisboa e Porto realizar-se-ão atividades à volta da cultura e da literatura catalãs.

Não percam a oportunidade de assistir!




Sant Jordi 2013

Eventos à volta de Sant Jordi em Portugal:  

  • Dia 17 de Abril | 18h30 | Casa Fernando Pessoa - Rua Coelho da Rocha, 16, Lisboa.

"A força da Catalunha baseada na sua língua e literatura."


Conferência de 
Vicenç Villatoro i Lamolla, diretor do IRLL. 

  • Dia 20 de Abril | 12h00 | Ordem dos Médicos - Rua Delfim Maia, 405, Porto.

“Dia de Sant Jordi” - Dia do Livro e da Rosa na Catalunha"

Programa
12:00    Abertura
            Josep Maria Ustrell - Presidente do Club de Portugal dos Alumni UB

12:10    Rosas e livros, um sonho
            Antoni Dalmau - Escritor catalão
             
12:30    Pela cultura: gerando pontes
Helena Tanqueiro - Responsável pelo Centro de Língua Portuguesa / Instituto Camões em Barcelona 

12:40    A cascata perfeita
            Mário Cláudio - Escritor português
13:00   Debate
Almoço catalão “Sabores de Catalunha” (preço/pax: 25 euros)

diumenge, 7 d’abril del 2013

Maria João Teixeira

De nou, fado a Barcelona. La Maria João, a qui coneixia de l'escola d'idiomes, ens ha ofert aquesta passada nit un concert de cançons pròpies i fados al cafè de les Delícies de la Rambla del Rabal, acompanyada pel guitarrista Tiago Oliveira amb qui ha treballat en els temes que ha presentat.
Prometem a partir de demà publicar els vídeos que hem gravat del concert.

dilluns, 1 d’abril del 2013

Ritz Club *Miguel Ramos*

Com us deia l'octubre passat, vaig conèixer Miguel Ramos quan va venir a Barcelona acompanyant Sandra
Correia al restaurant Lisboa de la nostra ciutat.

La viola de fado a les seves mans queda vençuda i mostra tots els secrets que el Fado necessita per ser-ho, però quan ens mostra la seva veu i el seu "jeito" com a cantador, hem de rendir-nos i deixar-nos embalar per aquesta veu profunda que posseeix tot allò que el Fado demana.


Així que us deixo amb aquesta mostra que l'amic João Costa ens ha penjat a la xarxa.

Voltei amor

Vasco de Lima Couto / Jorge Barradas

 

Voltei amor
Voltei àquele beijo
Que resolveu a hora da partida
E àquele doce encanto do teu rosto
Onde encontrei a morte que dá vida

Voltei amor
Para te dar o que é preciso
Nesta maré de sol e mar violento
E porque me doía de fugir
Ter de ficar e de partir
Sem conhecer teu corpo que eu invento

Voltei amor
Voltei porque me deram
Lugar no tempo, para te esperar
Para ser um dos poemas do teu sonho
Quando a noite se der às mãos do luar
Fiquei amor
A cama já está feita
Nas raízes perdidas do teu nome
Dá-me a ternura, amor
Esquece o teu silêncio, amor
Perfuma a noite e mata a minha fome.
 
 
letra tirada do blog fadosdosfado


divendres, 15 de març del 2013

Ritz Club *André Ramos*

Tornem amb els germans Ramos, avui amb l'André, a qui ja coneixem sobradament de les nostres estades a Liaboa, concretament a la rua dos Remédios a la entranyable Mesa de Frades.

L'havíem sentit acompanyar el fado amb la viola, però es de fa ben poc que sabem que també canta. I com la resta de germans, es veu de seguida que el fado el porta ben endins.

Us deixo amb un poema de Mário Rainho cantat amb la música de fado João Maria dos Anjos...

Una gravació de João Costa Menezes




O menino que não fui 



Nasci talhado de fado
Cresci no tempo a correr
Sem direito de sonhar;
Não parei no meu passado
Fui menino sem saber
E condenado a cantar

Tive a noite por guarida
Deram-me o fado, por pão / Por enxerga, a fria rua
Cresci á margem da vida
Ao lado da solidão / Coberto p'la luz da lua

Queria voltar a nascer
E sonhar um só momento / No meu mundo pequenino
Passou o tempo a correr
Não tive idade nem tempo / De brincar e ser menino.
Lletra extreta del blog de l'amic José Fernandes Castro

dimarts, 5 de febrer del 2013

Ritz Club *Augusto Ramos*

Dels germans Ramos, L'Augusto és el que no coneixia, i gràcies al canal de João Menezes he pogut gaudir d'aquest -per a mi- descobriment d'un fadista de cap a peus.


Poema de Linhares Barbosa i música de Santos Moreira.



Chinelas da Mouraria



Chinelas da Mouraria
Não há vida como a delas
Baquetas em harmonia
Tamborilando as vielas

Felizes ou malfadadas
Podem ser p'la vida fora
Porque elas marcam, coitadas
Os passos que uma mulher
Dá na vida, hora a hora
Vão atrás da procissão
Têm o rufar dos tambores / Solenes pelo caminho
Sentem que ao pisar o chão
Pisam as humildes flores / De alfazema e rosmaninho
É vê-las nos bailaricos
Estalinhos de Santo António / Não fazem mais algazarra
São como dois mafarricos
Nos pézinhos dum demónio / Que no amor se desgarra


Conta-se que certa vez
Numa castiça toirada
Uma chinela atrirada
Feriu a cara do Marquês

Desde então, desde essa era
Com verdade ou fantasia
A chinela da Severa
Entrou na história do fado
Do fado da Mouraria

dissabte, 19 de gener del 2013

Ritz Club *Filipa Cardoso*

João Costa Menezes está publicant en el seu canal de Youtube les actuacions dels germans Ramos, l'Augusto, l'André i el Miguel, al Ritz de Lisboa el passat octubre.
El darrer vídeo que ha publicat, és aquest que penjo aqui d'una "fadista de raça", la Filipa Cardoso, una de les convidades a aquesta actuació al Ritz.
Filipa Cardoso

Obrigado João pela partilha deste lindo evento. Vamos calmamente e com a tua licença ir pendurando neste cantinho defado os vídeos que gravaste no Ritz. Foi, na verdade, um espetáculo ao qual, mais uma vez, não pude assistir....

Um grande abraço!!


Recorda-te de mim



Recorda-te de mim

Domingos Gonçalves da Costa / Joaquim Campos *fado alexandrino*
Repertório de Beatriz da Conceição
Recorda-te de mim, já não sou a criança
Que envolta em ilusões, em tudo acreditou
Hoje sou a mulher a quem roubaste a esperança
De ver realizados, os sonhos que sonhou

Recorda-te de mim e vê nos olhos meus
A ternura sem par que deste olhar se solta
Que tu dizias ser a luz dos olhos teus
E tudo suportou sem gritos de revolta

Recorda-te de mim, que à tua despedida
Nem um adeus sequer, da tua boca ouvi
E perdida de amor, quase perdi a vida
Por ter, p'ra meu castigo, acreditado em ti

Hoje, desfeitas já minhas esperanças fagueiras
Vivo sem ter amor, mas sou feliz assim
Não te quero jamais, nem peço que me queiras
Mas ao mentires a alguém, recorda-te de mim.