Es mostren els missatges amb l'etiqueta de comentaris fado isabel. Mostrar tots els missatges
Es mostren els missatges amb l'etiqueta de comentaris fado isabel. Mostrar tots els missatges

dimarts, 23 de novembre del 2010

Que Fado É Este Que Trago

Nom del darrer treball de l'Helder Moutinho, després de bastants temps sense gravar. El seu anterior treball discogràfic va ser "Luz de Lisboa" amb el que va guanyar el premi "Amália Rodrigues" el 2005.

Un bon CD aquest darrer, tant que se'ns feia difícil escollir-ne un tema per escoltar aqui. Un "Mouraria" amb lletra del propi Helder o un nou "futur" fado clàssic (o Labirinto) també amb música del fadista, o un "Vielas de Alfama", ens feien dubtar.

Avui, però, aniversari de la partida de la nostra estimada amiga Elena, hem escollit el fado "A saudade" amb lletra del mestre Linhares Barbosa i música del també mestre Fontes Rocha no *fado Isabel*, una música alhora que alegre, resolta i escaient per dir els versos que ens parlen, un cop més, de la saudade, aquesta meravellosa paraula que tant ens diu sobre l'arrelament d'allò que sentim nostre o d'allò amb què ens sentim identificats i ens en sentim part.
Una música potser a mig camí del dol profund que va quedant enrrera, i la joia del record amable que va venint quan la realitat dels fets va arrelant en nosaltres.

Així doncs, Elena per a tu A saudade



A saudade
lletra.- Linhares Barbosa
música.- Fontes Rocha *Fado Isabel*

Sabendo que em tua ausência
prazer algum me conforta
no momento em que saíste,
a saudade entrou-me à porta.

Andou em volta da casa,
como se ela sua fosse,
chegou pertinho de mim
puxou de um banco e sentou-se.

Estavas só e tive pena,
disse-me então, a saudade
vamos esperar por ela,
podes chorar à vontade!

E não me larga um momento
toda a noite e todo o dia
enquanto tu não voltares,
não quero outra companhia.

divendres, 27 d’agost del 2010

Ana Sofía Magalhães



Fadista habitual de l'Adega do João, no havíem tingut el plaer de tornar-la a escoltar desde fa un parell d'anys, però gràcies a Youtube podem fer-ho ara amb aquest poema de Tó Moliças i música de Fontes Rocha *fado Isabel*









INDECISÃO

l.- Tó Moliças
m.- Fontes Rocha *fado Isabel*

Teus olhos andam agora
com tua boca ao despique
a boca manda-me embora
teus olhos pedem que fique.
Não sei se deva aceitar
o que a tua boca implora
porque a pedir para ficar
teus olhos andam agora.
Suplicando noite e dia
sem que ninguém os critique
teus olhos dão-me alegria
com tua boca ao despique.
Teus olhos são a verdade
da paixão que a boca ignora
e sem dó nem piedade
a boca manda-me embora.
Não há em ti decisão
com que a boca não implique
segredando ao coração
teus olhos pedem que fique.

0brigado ao amigo Paulo pela sua ajuda na transcrição da letra

dilluns, 22 de juny del 2009

Isabel


Olá Isabel, ainda me lembro -não vou o esquecer- do dia e que resolveste escrever umas palavras para mim. Lembravas nessas palavras o dia em que falei contigo e com o Paulo a primeira vez, lá na praia. Certamente o Fado foi o "tema do verão", mas também esse encontro foi o início dessa amizade que como bem dizias no teu escrito vai perdurar para sempre.
Também não me esqueço da vossa amabilidade nas minhas viagens a Lisboa, sempre prontos para nos acompanhar a todos lados, e na noite ao Fado.... Sempre ficarei obrigado por isso.
Por isso e também por o poema que me dedicaste. Com aquele título Jaume- Porque ele é Fado, seguindo a música de Tudo isto é Fado de Aníbal Nazaré.
Podes ter a certeza que tentei de te escrever qualquer letra. Mas não consegui! E é por isso mesmo que hoje esta entrada no blogue é a ti dedicada.
Um fadinho cantado por uma das minhas fadistas de referencia a Ana Moura. Um poema de Jorge Fernando com a música de Fontes Rocha, que acho é um fado Isabel cantado um bocadinho mais lento sob a guitarra, um bocadinho aflamencada, do genial Pedro Jóia.
Eu sei que vás gostar.
Espero perdoes os erros deste mau português que escrevo. Vou fazer aulas este próximo inverno!
Um abraço que de certo vamos trocar cedinho.



Preso entre o sono e o sonho
Jorge Fernando / Fontes Rocha *fado isabel*
Repertório de Ana Moura

Uma flor não te dá nome
Não há jardim que te cresça
Vou saciar minha fome
Quando em ti meu olhar desça

Um silêncio que te chama / E os olhos num longo traço
Fecham-se á luz que derrama / Sobre a cama que eu desfaço

Um livro espera tristonho / Entreaberto, a meu lado
Preso entre o sono e o sonho / Nem aberto, nem fechado

Não há caminho que tome / Não há voz que em mim conheça
Que chegue p'ra te dar nome / Não há flor que te pareça


lletra extreta del blog del meu amic José Fernandes Castro