dimarts, 11 de març del 2008

entre homes

La Rita entre dos homes, que sembla que no li fan massa cas, l'un xerrant i l'altre jugant amb el móbil

tenho saudades




as minhas filhinhas a Veerle e a Natacha, Os meus amigos o Paulo e a Isabel (sem óculos) e eu, na Mesa de Frades
23 de Fevereiro 2008 a fotografia é feita muito provavelmente pelo amigo David Castro

Un altre Fado Versículo



Feia temps que no escoltava la Joana Amendoeira i en tornar-ho a fer he trobat aquest fado que a mi em sembla un Versículo i aquest, a més, cantat amb un "jeito" amb un estil molt semblant al de C.deC. Fado da saudade. En fí, jo no hi entenc massa, però........


O que trago e o que trazes

Heldér Moutinho / Miguel Ramos *fado margaridas
Repertório de João Chora
Gravado por Joana Amendoeira na musica do Fado Versículo

Trago um gesto no olhar quando te vejo
E ternura no calor dos meus sentidos
O amor é como um beijo de sobejo
E as paixões são como sonhos proíbidos

Trago toda a primavera em minha voz
E a saudade que há-de vir, eu adivinho
A fogueira de paixão que existe em nós
Queima todas as tristezas do caminho

São meus versos, os teus versos quando canto
São meus sonhos os teus sonhos, nosso fado
Não há fumo, não há névoa, não há pranto
Nem tristezas para morrer no passado

O que trazes já não sei, não adivinho
Pode ser o mar inteiro, a tempestade
Podes ser uma saudade ou um caminho
Pode ser o grande amor da nossa idade

dilluns, 10 de març del 2008

fado versículo


MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com

En el blog: http://fadistao.blogspot.com/ he trobat aquest fado que a mi em sona igual que el premi Goya donat a C.do C. FM003 - Bater do Coração (Fernando Maurício) Bater do Coração Era amor o que sentia, francamente. Não era desejo não, martírio infindo Era amor que te trazia, docemente, No bater do coração, num sonho lindo Se tivesses coração, dentro do peito, Decerto sabias já, mas não te ralas Já sabias a razão, e qual o jeito, Das pancadas que o meu dá, quando me falas A bater sempre a bater, se faz loucuras, Se diz sim ou se diz não, bate também Vá lá a gente entender, certas alturas, O bater do coração, se adora alguém Ensinei meu coração, sem fingimento, Uma vez a dizer sim, à despedida Ele teimou disse não, nesse momento, E tu fugiste de mim, pra toda a vida Fado Versículo - (Alfredo Marceneiro / Moita Girão)

diumenge, 9 de març del 2008

Ti Alfredo



Com que el servidor que fa que funcionin aquestes caixinhas tan boniques, sembla que ja no trebala, o farem amb Imeen que si que funciona...




O Pierrot
Naquele dia de entrudo, lembro bem
Um intrigante Pierrot, da cor do céu
Um ramo de violetas, pequeninas
Á linda morta atirou, como um adeus

Passa triste o funeral, é duma virgem
Mas ao povo que lhe importa, aquele enterro
Que a morte lhe passa á porta, só por ele
Em dia de carnaval, e de vertigem

Abaixo a máscara gritei, com energia
Quem és tu grossseiro que ousas, profanar
Perturbar a paz das lousas, tumulares
E o Pierrot disse não sei, que não sabia

Sei apenas que a adorei, um certo dia
Num amor todo grilhetas, assassinas
Se não vim de vestes pretas, em ruínas
Visto de negro o coração, e resoluto

Atirou sobre o caixão, como um tributo
Um ramo de violetas, pequeninas
Atirou sobre o caixão, como um tributo
Um ramo de violetas, pequeninas

Kátia Guerreiro



Asas (fado georgino)

É no teu corpo que invento
Asas para o sofrimento
Que escorre do meu cansaço
Só quem ama tem razão
Para entender a emoção
Que me dás no teu abraço
Só quem ama tem razão
Para entender a emoção
Que me dás no teu abraço

Eu quero lançar raízes
E viver dias felizes
Na outra margem da vida
Solta os cabelos ao vento
Muda em riso esse lamento
Apressemos a partida
Solta os cabelos ao vento
Muda em riso esse lamento
Apressemos a partida

Aceita o meu desafio
Embarca neste navio
Rumo ao sol e ao futuro
Corta comigo as amarras
Que nos prendem como garras
A um passado tão duro
corta comigo as amarras
Que nos prendem como garras
A um passado tão duro

Esquece o tempo e a dor
Pensa só no nosso amor
Vem, dá-me a tua mão
Sobe comigo a encosta
Porque quando a gente gosta
Ninguém cala o coração
Sobe... comigo a encosta
Porque quando a gente gosta
Ninguém cala o coração


Letra de M Luisa Baptista
Música de Georgino de Sousa (fado georgino)