La Rita entre dos homes, que sembla que no li fan massa cas, l'un xerrant i l'altre jugant amb el móbil
dimarts, 11 de març del 2008
entre homes
La Rita entre dos homes, que sembla que no li fan massa cas, l'un xerrant i l'altre jugant amb el móbil
tenho saudades
Un altre Fado Versículo
Feia temps que no escoltava la Joana Amendoeira i en tornar-ho a fer he trobat aquest fado que a mi em sembla un Versículo i aquest, a més, cantat amb un "jeito" amb un estil molt semblant al de C.deC. Fado da saudade. En fí, jo no hi entenc massa, però........
O que trago e o que trazes
Repertório de João Chora
Gravado por Joana Amendoeira na musica do Fado Versículo
Trago um gesto no olhar quando te vejo
E ternura no calor dos meus sentidos
O amor é como um beijo de sobejo
E as paixões são como sonhos proíbidos
Trago toda a primavera em minha voz
E a saudade que há-de vir, eu adivinho
A fogueira de paixão que existe em nós
Queima todas as tristezas do caminho
São meus versos, os teus versos quando canto
São meus sonhos os teus sonhos, nosso fado
Não há fumo, não há névoa, não há pranto
Nem tristezas para morrer no passado
O que trazes já não sei, não adivinho
Pode ser o mar inteiro, a tempestade
Podes ser uma saudade ou um caminho
Pode ser o grande amor da nossa idade
dilluns, 10 de març del 2008
fado versículo
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fernando mauricio
diumenge, 9 de març del 2008
Ti Alfredo
Com que el servidor que fa que funcionin aquestes caixinhas tan boniques, sembla que ja no trebala, o farem amb Imeen que si que funciona...
O Pierrot
Naquele dia de entrudo, lembro bem
Um intrigante Pierrot, da cor do céu
Um ramo de violetas, pequeninas
Á linda morta atirou, como um adeus
Passa triste o funeral, é duma virgem
Mas ao povo que lhe importa, aquele enterro
Que a morte lhe passa á porta, só por ele
Em dia de carnaval, e de vertigem
Abaixo a máscara gritei, com energia
Quem és tu grossseiro que ousas, profanar
Perturbar a paz das lousas, tumulares
E o Pierrot disse não sei, que não sabia
Sei apenas que a adorei, um certo dia
Num amor todo grilhetas, assassinas
Se não vim de vestes pretas, em ruínas
Visto de negro o coração, e resoluto
Atirou sobre o caixão, como um tributo
Um ramo de violetas, pequeninas
Atirou sobre o caixão, como um tributo
Um ramo de violetas, pequeninas
Kátia Guerreiro
Asas (fado georgino)
É no teu corpo que invento
Asas para o sofrimento
Que escorre do meu cansaço
Só quem ama tem razão
Para entender a emoção
Que me dás no teu abraço
Só quem ama tem razão
Para entender a emoção
Que me dás no teu abraço
Eu quero lançar raízes
E viver dias felizes
Na outra margem da vida
Solta os cabelos ao vento
Muda em riso esse lamento
Apressemos a partida
Solta os cabelos ao vento
Muda em riso esse lamento
Apressemos a partida
Aceita o meu desafio
Embarca neste navio
Rumo ao sol e ao futuro
Corta comigo as amarras
Que nos prendem como garras
A um passado tão duro
corta comigo as amarras
Que nos prendem como garras
A um passado tão duro
Esquece o tempo e a dor
Pensa só no nosso amor
Vem, dá-me a tua mão
Sobe comigo a encosta
Porque quando a gente gosta
Ninguém cala o coração
Sobe... comigo a encosta
Porque quando a gente gosta
Ninguém cala o coração
Letra de M Luisa Baptista
Música de Georgino de Sousa (fado georgino)
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