Desta vez de José Manuel Neto desde a Holanda
La guitarra com a prolongació d'un mateix... Això és el que el que percebo d'aquest guitarrista del qual només en conec el so de la seva guitarra. Mai no n'he sentit la veu, i tot i així em sembla que el sento parlar...
Una guitarrada, d'aquelles que em fan emocionar...
Avui dia 3, anem a passar uns dies a Madeira. Funchal és la nostra destinació. Toenem el dia 8, així aquest blog estarà uns dies inactiu. Però tornarem!
dissabte, 3 de desembre de 2011
dilluns, 28 de novembre de 2011
Fado: Património imaterial da humanidade
Ja és oficial, A Bali el Fado ha estat declarat Patrimoni Immaterial de la Humanitat
diumenge, 27 de novembre de 2011
Arménio de Melo & José Maria Nóbrega
De la colecció Un Parfum de Fado en el seu Volum 5, editada a França per Playasound, escollim les Variações de Armandinho, per donar so i color a unes bonique imatges de Figueira de Foz, ciutat natal de l'amic Fernando Caldeira Marques a qui li dediquem aquest vídeo.
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dimecres, 23 de novembre de 2011
Sempre saudades
Diuen que la saudade és l'amor que queda...
Ciceró va escriure que la vida dels morts perdura en la memòria dels vius, i així penso jo també.
Com o coração cativo
Ao que não posso esquecer
Ciceró va escriure que la vida dels morts perdura en la memòria dels vius, i així penso jo també.
Se recordar é viver
Só de recordações vivo
Só de recordações vivo
Com o coração cativo
Ao que não posso esquecer
É sempre tristonha e ingrata
Que se torna a despedida
De quem temos amizade
Mas se a saudade nos mata
Eu quero ter muita vida
Para morrer de saudade
Dizem que a saudade fere
Que importa quem for prudente
Chora vivendo encantado
É bom que a saudade impere
Para termos no presente
Recordações do passado
É certo que se resiste
Á saudade mais austera
Que á ternura nos renega
Mas não há nada mais triste
Que andar-se uma vida á espera
Do dia que nunca chega
Só lembranças ansiedades
O meu coração contém
Tornando-me a vida assim
Por serem tantas as saudades
Eu dou saudades alguém
Para ter saudades de mim
Que se torna a despedida
De quem temos amizade
Mas se a saudade nos mata
Eu quero ter muita vida
Para morrer de saudade
Dizem que a saudade fere
Que importa quem for prudente
Chora vivendo encantado
É bom que a saudade impere
Para termos no presente
Recordações do passado
É certo que se resiste
Á saudade mais austera
Que á ternura nos renega
Mas não há nada mais triste
Que andar-se uma vida á espera
Do dia que nunca chega
Só lembranças ansiedades
O meu coração contém
Tornando-me a vida assim
Por serem tantas as saudades
Eu dou saudades alguém
Para ter saudades de mim
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dissabte, 19 de novembre de 2011
António Marramaque / António Reis
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| António Reis |
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| António Marramaque |
Els músics que van acompanyar a la fadista Fernanda Moreira en la seva estada a Barcelona, també ens van mostrar les seves dots de cantadors.
L'António Marramaque amb Fado de Coimbra i l'António Reis amb fado de Lisboa.
Us deixo aqui amb aquests vídeos i els enviem els nostres "parabéns".
António Marramaque .- O meu desejo
António Reis .- Bairro Alto
dimecres, 16 de novembre de 2011
Em Barcelona também há Fado
Fernanda Moreira
Em Barcelona também há Fado
| Fernanda Moreira |
A fadista Fernanda Moreira, esteve em Barcelona para nos cantar o seu Fado. Muito bem acompanhada por António Marramaque, na guitarra portuguesa, e por António Reis, na viola de fado, encheram com sua voz e com os seus acordes quatro maravilhosas e inesquecíveis noites de fado no Restaurante Lisboa da rua de Comte Borrell.
Voltou o Fado a este recanto português da nossa cidade. Valeu a pena esperar todo este tempo para, finalmente, ouvir a voz desta fadista portuense que, mesmo nas primeiras palavras do primeiro fado que cantou, já deixou o público encantado e bem disposto.
Perguntaste-me outro dia se eu sabia o que era o fado… Estes simples versos bastaram para os fadistas receberem toda a atenção do público assistente.
No Fado de Fernanda Moreira há, desde a primeira nota, toda uma declaração de intenções. O Fado acontece desde o início, ele começa no cimo, no mais alto, Fernanda faz aquilo que o fado nos pede, isto é senti-lo, transmiti-lo. Essa é a sua vocação e o seu feitio, e foi a isso que se entregou durante as quatro noites que cantou no lindo recanto português da nossa cidade
Temas como Lágrima, Meu Portugal meu amor, Primavera, Nossa Senhora do Fado,ou Não gosto de ti, entre outros, misturando o fado tradicional com o chamado fado-musicado, e as músicas mais alegres com aquelas que precisam de mais interioridade, foram o cartão de visita da fadista nessas quatro noites de convívio fadista.
Os músicos, para além de acompanharem os fados, também cantaram. António Marramaque deliciou-nos com a música coimbrana, com O meu desejo, e António Reis cantou o Bairro Alto, criação do admirado Nuno de Aguiar, completando assim umas noites inesquecíveis.
O Fado é sentimento, são histórias contadas e cantadas, é, talvez, uma forma de viver e é por isso mesmo que o fado é proximidade, partilha… E foram tudo isso essas noites no Restaurante Lisboa. Fado, bom jantar português, bom vinho e boa companhia. Não podíamos pedir nada mais.
O nosso agradecimento muito especial aos músicos, à fadista, mas também aos donos do Restaurante Lisboa, o José Luis e a Luísa, por terem feito realidade o sonho de ter fado ao vivo na nossa cidade.
Bem hajam!
Cá vos deixo com uma amostra dos fados que cantou...
Fado Súplica
Eu preciso de te ouvir a voz
Vasco Lima Couto / Armando Machado *fado súplica*Repertório de Beatriz da Conceição
Não me fales amor, dá-me prazer
Com amizade se o quiseres, mas só
E as palavras caíram sobre o corpo
Como sobre uma estátua, o vento e o pó
Não me peças amor, mas o que é isto
Que nome queres que eu dê á tua idade
Se a carícia que prende a tua mão
Rende e ultrapassa o tempo d’amizade
Se a tua primavera é meu estado
No caminho da esperança que te exprime
Eu terei a alegria duma hora
Cada vez que o teu corpo se aproxime
E não perguntes mais do que é preciso
Encontrar na distãncia que há em nós
Com amor ou sem ele pouco importa
O que eu preciso é de te ouvir a voz.
| António Marramaque e António Reis |
| Ah, fadista! |
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| Compenetração total |
| A fadista e eu |
| Com os colegas das aulas de português |
| Um brindis apenas para dizer "até logo..." |
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